30/10/2009
The Warden at the Gates of Chance
29/10/2009
Obà t’ Álá - Lord of the White Cloth makes Dreams manifest
17/10/2009
Spirit of the Mother of Death
What the verse tells us is that we should use the silence of contemplation Òyèkúnméjì gives us to allow us to know our selves. It is a death to false ideas and ideals towards recognition of who we truly are. It even comes with an admonition of conducting ourselves with gentleness, in other words being through to our selves – which always has an effect of bestowing kindness on our surroundings – so our children can bless our memory and by taking our name in their mouth feel a healthy pride. If we act in such ways that we secure a good name in death we have acted good.
Òyèkúnméjì is also the root cause of the condition we known as depression, a condition clearly referred to by the multiple meanings given to the word ‘dudu’ meaning ‘dark’ or ‘black’ in Yorúbá. But the challenge lies in not falling in love with ones depression or dark moods but use this condition to grasp our potential. Dark moods brings us towards the edges of our being, it is a condition where we feel alive because death is so close. It is the fire of protection rising within; this fire tells us that we are mud and clay (leaving out the fire of the soul). It is the cold fire of the black holes that tell us to break through and not be like a boat on shifting waters, but realizing yourself. This is the Spirit of the Mother of Death, beware so you do not mistake Her spirit for being Death itself….
16/10/2009
Os Conclaves de Lúcifer

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"É necessário saber que a glória de Deus preenche toda a Terra e não há espaço vazio Dele. Ele preenche todos os mundos e cerca todos os mundos...
Sem Sua divindade, eles não teriam vida e não haveria qualquer existência.
A única limitação é que quanto mais baixo o nível, maior é Tzimtzum (contração) de Sua divindade ali, e mais é recoberta com camadas de tecido."
— Meshivat Nefesh
Fico tentado em ver esta queda como uma negação de se dar as boas vindas ao filho da Luz, ao desdobrar dos seres manifestos, uma negação ao grande plano e à grande arquitetura cósmica. É de hubris que estamos falando, um orgulho causado por um senso danificado de auto-importância. Podemos dizer que Iblis, quando cai e se torna Shaitan, revela a exaltação do ego. Ele falha em reconhecer a potência espiritual de Adão graças a uma percepção distorcida da criação. E é aqui que reside o segredo da queda; o reverso dos pólos, como Ibn Arabi e muitos outros santos sufis que como ele apontaram, onde o ego e matéria são percebidas como o centro espiritual. Este reverso dos pólos, onde o alto se faz baixo e o baixo se faz alto encontra seu clímax social na era do iluminismo.
Podemos dizer que a grande confusão era relacionada ao fogo e o calor proveniente da luz. O calor da luz, sendo o ápice da ascensão espiritual enquanto o fogo é a paixão que queima na alma e cria a inveja e orgulho. O fogo que encontramos no sep’hira Din é diferente do calor do coração que encontramos em Chesed. É quando esta ação recíproca perde o sentido e a geografia espiritual da pessoa se transforma em um campo deslocado de excesso marcial que o alimento para batalhas é solidificado e extraído. Orgulho, egoísmo e inveja parecem ser os motivadores primários para batalhas apaixonadas, onde o nome, território e posses são os troféus a serem disputados no campo. Isto está longe do jihad espiritual que são encorajados que lancemos sobre os nossos nafs, as inclinações de nossos egos, que constantemente tentam usurpar o trono da Individualidade. A queda do anjo da luz à manifestação de oposição é um mistério relativo à confusão dos planos, a tomar o calor como fogo e a introduzir-se uma medida de quantidade sobre a de qualidade.
A falta de apreciação da luz que observamos hoje, quando o caído é exaltado como uma meta, é uma consequência natural das formas em que o divino se recobre em suas múltiplas camadas. Deus é como uma linda mulher, velada com camadas sobre camadas de lindos trajes. O mistério se oculta dentro da matéria e a verdade brilha dentre paredes de chumbo e concreto. Os que buscam a verdade vagueiam sem rumo, motivados por uma busca de compreender-se a Si próprio e perceber quem são, e mais e mais se agarram ardente e ferozmente a esta parede de chumbo, e motivados pelo seu calor, propagam um evangelho da morte divina e supremacia humana. Um ethos, grandioso como pode soar, tanto em palavras quanto em efeito, é todavia um sinal dos tempos. Isto revela o que o metafísico René Guénon referiu como ‘as fissuras na grande muralha'. É o Sitra Achra que desgasta a parede, e então pode entrar em um domínio alienígena, e assim, enche o mundo e todos os seus seres, o deslocamento que causa o reverso dos pólos é atingido e o pralaya é a consequência indigesta.
Enquanto é verdade que a vida e a luz existem em todos os lugares, ambos, em k’lippot e o Sitra Achra, há ainda a matéria da ordem e hierarquia. A queda fala de como a luz pode trair seu portador e pavimentar a via para hubris. E Iblis é a ‘testemunha negativa’ à unidade divina, como Nigel Jackson comenta
15/10/2009
The Conclaves of Lucifer
place empty of Him. He fills all worlds and surrounds all worlds.....Without
His divinity they would have no life and existence at all. The only
limitation is that the lower the level the greater the Tzimtzum
(contraction) of His divinity there, and the more it is clothed in layers of
clothing."
— Meshivat Nefesh
Lucifer is a spiritual agent more and more used in order to legitimate anti traditional activity. The latter years has seen a concentration of orders and churches establishing cults to ‘the adversary’, often seen as a misanthropic spirit, jinn or deity that upholds a promise of knowledge for the wicked and strong. If we look at the various myths and legends telling of the particular fall of Lucifer it is ascribed to the disobedience of paying respect to Adam, to prostrate in front of the image of the creator. The reason Iblis Iblis refers to - rather it is a call towards respect towards creation and its order. I am tempted to see this fall as a denial of welcoming a child of Light to the fold of manifested beings, a denial of the great plan and the great cosmic architecture. It is hubris we are speaking of, a pride caused by a damaged sense of self importance. We might say that Iblis when he falls and becomes Shaitan he reveals the exaltation of the ego, he fails in recognizing the spiritual potency of Adam due to a distorted perception of creation. And herein lies the secret of the fall; the reversal of the poles, as Ibn Arabi and many other Sufi saints with him has pointed out, where ego and matter perceives as the spiritual centre. This reversal of the poles where the high was made low and the low high found it social climax in the age of enlightenment. We might say that the great confusion was concerning fire and the heat from the light. The heat from the light being the summit of spiritual ascent, while fire is the passion hat burns in the soul and breeds jealousy and pride. The fire we find in sep’hira DinChesed. It is when this interplay loses meaning and ones spiritual geography turns into a dislocated field of martial excess the food for battles are churned and extracted. Pride, egoism and jealousy seems to be the prime motivators for passionate battles where name, land and possession are the prices fought over in the field. This is far from the spiritual jihad we are encouraged to rage upon our nafs, our ego-inclinations that constantly try to usurp the throne of Selfhood. The fall of the angel of light into the manifestation of opposition is a mystery concerning confusing the planes, to take the heat to be the fire and introduce a measurement of quantity over quality.
14/10/2009
Thy-Will-Be-Done
A perfect Thy-Will-Be-Done state of spiritual life was this and it is exquisitely reflected in the following verses of Mansur Hallāj:
“Thy will be done, O my lord and Master!
Thy will be done, O my purpose and meaning!
O essence of my being, O goal of my desire,
O my speech and my hints and my gestures!
O all of my all, O my hearing and my sight,
O my whole and my element and my particle!”
From:
The Packard Humanities Institute
THE APHORISMS OF A FEMALE SAINT
11/10/2009
Malakim Veneris ou, Os Anjos de Vênus
10/10/2009
A Bruxa de Vênus
O Tremor da Prostituta Sagrada
Considerando que esta mesma energia libera a pessoa que está no caminho.
- Yoga Spandakarika
É, em particular, a atitude em relação ao tratamento às mulheres que revela o engano grosseiro, nos termos de sua natureza receptiva e oculta, dando assim espaço a uma noção de domínio masculino devido à sua natureza ativa ou solar, como sendo superior ao papel feminino; quando se consideram termos como meretriz e prostituta, que freqüentemente estão associados com a idéia de Babalon ou a Mulher Escarlate, ou simplesmente, Taça. As palavras propriamente, meretriz (N.T.:harlot) e prostituta (N.T.:whore), parecem ser provenientes do persa e do antigo germânico khoraz ou o feminino khoron. Esta palavra significa “aquela que deseja”. No antigo inglês e também antigo idioma escandinavo, a palavra se transformou em hore, que na Idade Média provavelmente encerrava muito mais de suas qualidades luxuriosas do que nos dias de hoje na Escandinávia, onde o termo é - sem exceção - usado em modos degenerativos como fornicadora, adúltera ou prostituta. As palavras designadas para uma mulher luxuriosa e alguém que vende seu próprio corpo provavelmente se fundiram em certo ponto. A palavra khoraz é encontrada no latim carus que quer dizer, “cara” e do antigo persa kama significando “desejo”, que também é encontrado no sânscrito, denotando o Deus hindu do Desejo e Amor Sexual. A palavra khoron é aparentemente muito diferente do que hoje entendemos pelo termo meretriz (whore), no sentido de uma prostituta. O termo 'prostituta' parece ter se desenvolvido do latim putidus (e que é encontrado no português e espanhol moderno como prostituta ou puta) significando “fedido, fedida”. Também é relacionado a porne (como em pornografia), que transporta ao significado do corpo sexualizado, usado como um objeto de comércio e onde fica evidente a relação de pornes para pernemi, que significa “vender”. Prostituição, em seu uso degenerativo, era originalmente uma referência para a compra de escravas para uso na prostituição como é feito evidente, considerando que a palavra prostituta literalmente significa “colocada na frente”, como uma referência para a exibição pública.
Um detalhe interessante que não deve ser continuado neste artigo, é a corrupção de puta em lupa, que significa "loba". É interessante notar esta corrupção porque ela é encontrada em festival latino[1] e também no seu relativo sânscrito purncalli que significa “aquela que persegue homens”, do avestano jahika que simplesmente significa “mulher” – mas com uma disposição maligna, e especialmente no desenvolvimento mais recente da palavra em ku-nairi que resultou no rótulo da prostituta do Século XIII. O uso da palavra prostituta na forma mais humilhante teve sua interpretação colorida pelos homens no décimo sétimo capítulo da Revelação de João, nos primeiros seis versos[2] , onde a grande Meretriz, Babilônia, cavalga em um dragão, embriagada em toda a sua fornicação. Este se tornou o mistério central e uma das mais travessas más-interpretações na filosofia de Aleister Crowley em sua referência à Mulher Escarlate ou Babalon.
É importante notar que Babalon, ao contrário de Babilônia, dá a soma de 156, que também é o número para Zion (N.T: Sião), a Montanha Sagrada, sugerindo que existem mistérios mais profundos em jogo na forma Babalon. Babalon, sendo feminina, passiva e receptiva é associada com o mistério da Taça ou do Graal (como ficou evidente em filmes como “Revelação” e livros como “O Código Da Vinci”, onde o útero-taça da linhagem consangüínea do Salvador é atribuída ao mistério de Gral). Como os pontos etimológicos acima mencionados demonstram, existe uma grande diferença entre “aquela que deseja” e a mulher que é vendida em prostituição como escrava. O eixo principal da diferença está relacionado à aspiração e liberdade. No capítulo intitulado “The Cup”, de Crowley, em seu magnum opus, Magick, ele diz: “também está a taça na mão de NOSSA SENHORA BABALON, a taça do Sacramento. Esta Taça está cheia de amargor, e de sangue, e de intoxicação. A compreensão do Mago é seu elo com o invisível, no lado passivo”. Passivo neste sentido não é uma referência negativa, mas uma referência para a natureza feminina como a contração cósmica associada com a Sephirah Binah, que Crowley sutilmente se refere pelo nome de "Compreensão". Esta sephirah está em uma relação harmoniosa com a misericordiosa Sephirah Chockmah ou Sabedoria – a sephirah atribuída ao Mago por si própria. No Etz Chaim, popularizado na “Árvore da Vida” no ocultismo ocidental, estas duas sephirahs são as estações ocultas além dos mundos da manifestação e formação, em uma densidade espiritual de uma natureza trêmula e feliz, na frente do trono do Senhor. Babalon é a guardiã da taça de amargor e sangue – ela não é a taça propriamente, ela segura os sedimentos amargos, os venenos que são abandonados pela aspiração. As referências no Livro da Revelação acerca de seu comportamento adúltero são mais prováveis como uma referência à sua liberdade e vontade, seu desejo sublime de escolher interagir com quem é de desejo certo, com quem é digno e justo, como o sexto verso diz: “Vi esta mulher ébria do sangue dos santos e do sangue dos mártires". Santidade por si não é o que ela procura - mas união, e os profanos perecerão sob seu beijo se não estiverem preparados para sacrificar o que eles acreditam ser verdade e derem a Ela todo o seu ser.
A idéia de que a mulher seja somente um vaso para a possessão do macho, a besta por assim dizer, é meramente uma ilusão e é com certeza perder-se e profanar-se – e “perecer com os cães de caça do inferno”. Crowley diz perto do fim de sua discussão sobre a Taça o seguinte: “Por que o amor humano é uma excitação, e não uma quietude da mente; e como é destinado ao individual, somente leva a uma maior dificuldade no fim”. Então assim ele conclui: “Cada uma de nossas idéias devem ser feitas de forma a desistirmos do próprio self à Amada, de forma que podemos eventualmente desistir do próprio self para a Amada quando é chegada a nossa vez”. O que Crowley está falando é simplesmente sobre a destruição da individualidade! Os muito pretensiosos da Ars Magia Sexualis hoje, freqüentemente correm em direção ao profano pelo uso de compreensões vulgares de idéias sagradas, por serem incapazes de diferenciar o mero prazer do trabalho divino da Taça e do Bastão, devido à confusão constituída pelo fato que a carne pode ser usada para tais finalidades diversas.
A união com o mundo divino no sentido de deixar a ilusão do dualismo a favor da Unidade é a meta para qualquer disciplina mística verdadeira, as ferramentas do corpo, sua carne e sumos e um uso direto do poder da serpente que percorre através de milhares sobre milhares de nadis (nervos) é meramente uma avenida de realização e, talvez, uma das mais perigosas. Nenhuma outra arte mágica apresenta ao buscador tais graves riscos de enganos e meras profanações como Ars Magia Sexualis.
Em um mundo de domínio masculino, o ponto de vista fálico é facilmente adotado e acreditado. O mundo, visto do ponto da besta solar, seguramente levará a uma fixação onde se procura por qualquer “taça” que possa servir como um objeto de desejo. O fundo cultural do homem moderno adicionalmente torna difícil de se entender o contexto ritual em torno da sacralidade dos atos sexuais - eles estão em disciplinas do tipo da Yoga ou como uma oferenda às deidades. Neste campo descobrimos a idéia da prostituição sagrada, encontrada muito longe na história do homem, como sendo realizada em meio aos sumerianos e babilônicos. Em ambos os casos, este ato era sagrado à Militta (Vênus); alguns dizem que elas faziam sexo com desconhecidos neste templo, como um ato de cortesia, mas provavelmente existia muito mais do que mera cortesia. Esta prática também foi encontrada em ambos os lados do mediterrâneo e eram atos de sexo sagrado, normalmente em honra a alguma deidade associada à Vênus.
Outra mulher ritualmente dotada é a suvasini ou Mulher Fragrante (devido à sua versatilidade em muitas das artes Venusianas) relacionada ao mistério do cinco “M”s[3] , o Grande Rito Tântrico. A suvasini era bem treinada na Ars Magia Sexualis, mas o treinamento era motivado pela idéia de união com o divino, não uma caridade a favor da luxúria dos homens. Certamente existem muitas outras barreiras e bloqueios (kleshas) que o ato sexual pode ajudar a quebrar, em uma sociedade afiada na inspiração da neurose e na culpabilidade, mas isto é algo completamente diferente. A suvasini era vista como a incorporação de shakti (o princípio da contração cósmica) e a consorte de Shiva (o princípio da expansão cósmica). A união destas forças os levaria à felicidade e se saborearia o divino amrita fluindo como rios poderosos, do manancial dourado da divindade. Os portais da felicidade foram feitos possíveis de se alcançar só pelo poder natural que as mulheres possuem, que é a razão da Shakti ser um objeto de adoração e não de luxúria carnal. A Ars Magia Sexualis é uma arte cultivada para agradar à Lady Vênus, em qualquer máscara que ela possa escolher, em qualquer jardim que ela possa encontrar repouso. Outros testemunhos da sexualidade sagrada são livros como Kama Sutra ou “O Tratado do Amor". Este livro repousa em uma fundação de disciplina yogue, como todos os sutras fazem, mas além disso é também um manual explicativo de como se agradar um ao outro nos abismos do sensualismo e sexualidade. Colocar corpos luxuriosos em várias posturas motivadas somente pelo realce do prazer com a finalidade de mera excitação é tanto inoportuno quanto profano. Um âmbito maior deve ser extraído e integrado no ato sexual a fim de fazê-lo sagrado. O primeiro passo para o desdobramento deste mistério é pela adoração sincera do portal para os vastos domínios dos jardins luxuriosos, onde a realização da igualdade e da aniquilação do desejo individual deve ser facilitada. O ser e o corpo feminino é o poder que cria a chave. Esta chave abrirá as portas entre dimensões, e assim, Ela é o portal para Deus. Ela segura a taça que dá tanto a escravidão, quanto a liberdade.
Notas
[1] O festival outonal de ¨Lupercus Lupini¨,
[2] Apocalipse, 17- de
[3] No ritual pañcamacara: mada, mãmsa, matsya, mudra e maithuna, sendo mada a intoxicação, mãmsa a carne, matsya o peixe, mudra o símbolo ritual e maithuna o casamento espiritual.
09/10/2009
Inúkògún - Aquele que é Torto por Dentro









